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Cai alíquota de importação de produtos de centros de usinagem

 O governo federal anunciou no dia 1º de agosto que não renovará a elevação da tarifa de importação para uma lista de 100 produtos que tiveram a alíquota aumentada em setembro do ano passado. Naquela ocasião, foram ampliadas para 25% as alíquotas de vários insumos para a indústria de bens de capital, incluindo centros de usinagem, máquinas extrusoras, válvulas de esfera, bombas hidráulicas, motores elétricos, tubos de aço, fio-máquina, entre outros.
A Abimei, entidade que representa os importadores de máquinas e equipamentos, divulgou comunicado para “aplaudir a revogação da lista de exceção aos produtos importados”. Segundo a Abimei, o anúncio do governo “trouxe alívio aos importadores de bens de capital e meios de produção, que tiveram o imposto de importação aumentado de 14% para 25% em média e estavam ameaçados de sofrer novo aumento”.
Segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega, o governo entendeu que não era mais necessário reeditar a elevação das taxas. "No ano passado, a indústria brasileira estava sofrendo forte assédio de importações e o câmbio não era favorável. Agora, temos condições de reduzir as tarifas para o patamar anterior", explicou.
De acordo com Mantega, a indústria do país está recuperada e pode enfrentar uma concorrência maior. "Com o câmbio que temos hoje, a indústria ganhou uma defesa natural", disse, acrescentando que o imposto de importação menor permitirá a utilização de insumos mais baratos e a prática de preços mais competitivos pela indústria da transformação. "A tendência dessa medida é deflacionária, para reduzir preços. Ou as indústrias do Brasil baixam o preço, ou haverá uma concorrência internacional".
Abimei - "A decisão acertada do Governo vem corrigir a decisão errada, que foi incluir bens de capital e insumos necessários à produção em uma lista genérica, onde havia desde batatas, tijolos, até medicamentos (...) prejudicando o industrial que precisava de, por exemplo, centros de usinagem, para continuar produzindo", afirmou Ennio Crispino, presidente da Abimei, que frisando que a entidade “continuará alerta para evitar que sejam adotadas novas medidas de exceção”.

Fonte: www.usinagem-brasil.com.br



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